Bem tenho andado assim, com uma vaga de imaginação.
O meu caderninho está cheio de novos textos e já tenho montes de novos títulos em que me quero basear.
Hoje fica aqui um texto que apenas descreve o que me tem invadido nestes dias.
Eu sei, é lamechice, mas eu simplesmente escrevo o que sinto, não me importa se faz sentido ou não.
Chega de blá blá.
Se quiseres, lê.
O meu coração bate fortemente quando te vejo, quando te sinto ou simplesmente quando oiço a tua mágica e confortante voz. É como se te amasse sem saber quem és. Vives nos meus sonhos e, aí sim, aí os teus lábios e os meus trocam aqueles movimentos coordenados e é única e simplesmente nos sonhos que o meu coração bate depressa.
Acordo, com o maior dos sorrisos sem sequer saber porque. Sinto-te comigo, sinto que vais aparecer. Tenho medo, da última vez que este pressentimento chegou tu vieste e não eras como imaginei, em todos os sentidos.
Pintei-te bonito e sem me magoares, quando te senti a príncipio não me magoavas, mas não eras tão bonito como te pintei. Aprendi a achar-te perfeito e logo aí me magoas-te, como ninguém antes me magoara. Fizeste com que chorasse as maisestranhas lágrimas e graças a isso aprendi a crescer.
Vi toda a perfeição, outrora ilustrada, ir embora, desaparecendo, assim, no novoeiro da vida. Caí, confesso que achei que nada ia valer a pena e que jamais seria possível senti-lo de novo. Pensei que eras único, mas como já a minha mãe diz, a pensar morreu um burro. Fartei-me de pensar, os fusíveis dos meus neurónios já se iam abaixo e pequenos apagões se davam dentro da minha pessoa. Fiquei completamente cega, às escuras, por longos momentos. Só não queria que te fosses e por isso agarrei-meàs memórias e prendi-te com todas as forças que tinha no momento. Cometi loucuras, parvoíces de que apesar de tudo não me arrependo, só acho que não valeram a pena. Eram dispensáveis na minha vida. Tanto que podia ter ganho que perdi atrás de ti.
Digo com a maior das certezas, estives-te presente, tal e qual como a minha cabeça previa. Aqueles meses que te antecederam, os sonhos, a felicidade inexplicável, tudo igual ao que hoje sinto.
Fica assim, não te mostres, não deixes que o sentimento real volte e me faça tropeçar de novo. Preciso de sonhos, de alegria imaginativa, eu quero tudo isto. Desiludis-te-me e agora já perdi a vontade de fazer o que mandas. Não me magoes mais uma vez, por favor.Jura-me, se te fizeres mostrar não me cortes a sangue frio, preciso de uma anestesia prévia. Depois, depois sim aparece. Meu mais estranho dos sentimentos, amor.
p.s.: este ficou grandinho...
sábado, 12 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Passado, presente, futuro.
Oláá, hoje opto por fazer uma pequena introdução. Afinal isto tem sido post atrás de post e nem um a palavra escrevi que não fosse texto.
Bem como já devem ter percebido só escrevo quando me aptece, por isso peço uma espécie de desculpas por não escrever nada há já mais de um mês. Anda tudo espalhado aqui nos meus cadernos da imaginação.
Alguns dos meus textos são postos no meu hi5 para quem não tem paciência de vir aqui ao blogue. Mas pronto isto assim é mais prático.
Obrigada pela suposta atenção, fica aqui o texto que se encontra agora no meu hi5 e prometo que logo postarei um que escrevi ontem a noite.
Beijinho se quiseres, Daniela Vizinha.
Amontuando pequenas memórias, continuar a achar que fazem parte do presente simplesmente por não querer ter saudades de nada. Sentir aquilo que se sente quando passamos do passado para o chamado presente. Saudades dos dias felizes como se estes fossem os piores de sempre, mas na verdade temos noção que vamos também sentir estas saudades dos dias maus quando piores vierem. Nunca aprenderei o tal limite passado/presente/futuro. Faço sempre um grande batido com frutos do passado, sorrisos e lágrimas do presente e sonhos do futuro, uma óptima combinação se isto fosse o tal batido ou quem sabe o sabor de um gelado, mas a boa combinação não é aplicável na vida real onde tudo misturado não sabe bem e dá uma grande confusão de sentimentos.
Tento esquecer o passado sem conhecer o presente sonhando reconhecer no futuro.
Bem como já devem ter percebido só escrevo quando me aptece, por isso peço uma espécie de desculpas por não escrever nada há já mais de um mês. Anda tudo espalhado aqui nos meus cadernos da imaginação.
Alguns dos meus textos são postos no meu hi5 para quem não tem paciência de vir aqui ao blogue. Mas pronto isto assim é mais prático.
Obrigada pela suposta atenção, fica aqui o texto que se encontra agora no meu hi5 e prometo que logo postarei um que escrevi ontem a noite.
Beijinho se quiseres, Daniela Vizinha.
Amontuando pequenas memórias, continuar a achar que fazem parte do presente simplesmente por não querer ter saudades de nada. Sentir aquilo que se sente quando passamos do passado para o chamado presente. Saudades dos dias felizes como se estes fossem os piores de sempre, mas na verdade temos noção que vamos também sentir estas saudades dos dias maus quando piores vierem. Nunca aprenderei o tal limite passado/presente/futuro. Faço sempre um grande batido com frutos do passado, sorrisos e lágrimas do presente e sonhos do futuro, uma óptima combinação se isto fosse o tal batido ou quem sabe o sabor de um gelado, mas a boa combinação não é aplicável na vida real onde tudo misturado não sabe bem e dá uma grande confusão de sentimentos.
Tento esquecer o passado sem conhecer o presente sonhando reconhecer no futuro.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Matemática errada.
Não és nada. Acabas-te de ser transformado num número negativo. Para o mundo morreste. A tua próxima tarefa é fazer-te voltar a aparecer ou então goza os teus momentos de Zé Ninguém.Vamos rever o que te aconteceu: Ficaste sozinho, foste abandonado, ninguém te deseja. Por outro lado continuas a ter sentimentos, o teu coração continua a bater, ou então foste apagado por uma borracha gigante. Imaginaste nesta situação? Calculo que não, mas eu imagino-me, é assim que às vezes me sinto: APAGADA. Quando oiço um morre vindo de quem amo, quando oiço um odeio-te ou um oco acabou. É errado ouvi-lo, a minha calculadora dá um resultado esquesito. Um número negativo com a parte decimal infinita. Um número irracional, como se não pensasse. Será que tudo o que ouves é verdadeiro? Com quantos sentimentos falsos lidas por dia? Isto é um resultado impossivel de obter. As pessoas que te dizem palavras falsas dizem que estas são verdadeiras e nunca o confessam, sentem-se felizes a criar sentimentos verdadeiros com os falsos deles. Na realidade não és nada. Não passas de um brinquedo para passar o tempo. Um dia serás LIXO.
Uma espécie de apresentação
A vida era boa, era agora deixou de o ser. O caminho está cheio de pedras e por mais que me tente desviar acabo sempre por tropeçar em todas. Preciso de esfolar os joelhos para não voltar a ir por ali. Ou então se a dor não foi muita volto lá apenas por prazer.
Quem corre por gosto não cansa e relembrando aquele gosto que tenho em correr atrás de quem amo nunca me vou cansar. Aquela adrenalina do risco de perder mas ficar com tudo.
As histórias são secantes apenas os pequenos excertos fazem delas interessantes. Aquelas partes que cortamos e guarda-mos na pequena caixinha das memórias cerebrais. Por isso a minha história vai ser feita de pequenas partes que despertam interesse, as partes do sono fugiram atrás de um coelho ou possivelmente de um elefante. Imagino que neste momento estejam atrás de ti, confesso que estou a ser chata.
Acho que te vou deixar ir ler as revistas interessantes com as notícias que já toda a gente sabe.
Esquece isto, a apresentação está feita.
Espero que voltes da próxima vez bem desperto para leres algo que te mande embora o João Pestana.
Adeus e boa qualquer coisa que queiras.
Quem corre por gosto não cansa e relembrando aquele gosto que tenho em correr atrás de quem amo nunca me vou cansar. Aquela adrenalina do risco de perder mas ficar com tudo.
As histórias são secantes apenas os pequenos excertos fazem delas interessantes. Aquelas partes que cortamos e guarda-mos na pequena caixinha das memórias cerebrais. Por isso a minha história vai ser feita de pequenas partes que despertam interesse, as partes do sono fugiram atrás de um coelho ou possivelmente de um elefante. Imagino que neste momento estejam atrás de ti, confesso que estou a ser chata.
Acho que te vou deixar ir ler as revistas interessantes com as notícias que já toda a gente sabe.
Esquece isto, a apresentação está feita.
Espero que voltes da próxima vez bem desperto para leres algo que te mande embora o João Pestana.
Adeus e boa qualquer coisa que queiras.
sábado, 24 de outubro de 2009
Intodução
Era uma vez, como as outras, duas pessoas. Duas pessoas que sonham encontrar-se. Duas pessoas que não se conhecessem nem nunca se irão conhecer.
É aquele tipo de histórias em que há dois lados. A parte vista pelo senhor A e a parte vista pela senhora B, pois eles não se conhecessem.
O senhor A chama-se com a boca como todas as pessoas. E a senhora B igualmente.
É como somar dois e dois e dar cinco. As coisas nunca vão bater certo.
Bem-vindo ao meu pequeno mundo onde tudo não é como seria suposto ser.
Aqui é tudo feito com suposições, magia e química. É tudo uma questão de matemática errada.
Neste pequeno sítio as pessoas conhecessem tarde demais e a vida bate certo quando está tudo mal.
Onde a escrita genial fica à porta e apenas a imaginação deixa fluir pequenas palavras.
Esta, esta sou eu.
É aquele tipo de histórias em que há dois lados. A parte vista pelo senhor A e a parte vista pela senhora B, pois eles não se conhecessem.
O senhor A chama-se com a boca como todas as pessoas. E a senhora B igualmente.
É como somar dois e dois e dar cinco. As coisas nunca vão bater certo.
Bem-vindo ao meu pequeno mundo onde tudo não é como seria suposto ser.
Aqui é tudo feito com suposições, magia e química. É tudo uma questão de matemática errada.
Neste pequeno sítio as pessoas conhecessem tarde demais e a vida bate certo quando está tudo mal.
Onde a escrita genial fica à porta e apenas a imaginação deixa fluir pequenas palavras.
Esta, esta sou eu.
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