Uau adorei escrever este texto, é dos meus favoritos sem dúvida.
Fala um pouco das pessoas que se acham perfeitas, quando na verdade nem vida própria têm.
Espero sinceramente que gostem (:
Com o tempo aprendesse a sorrir sem querer, a viver no mundo faz de conta que toda a gente quer de que façamos parte.
Evitar questões inevitáveis, fugindo como se estas fossem enormes catástrofes naturais que dessem cabo do presente, fugindo para o passado e assim ruir todas as estátuas, edifícios e até mesmo fazer com que água fosse engolida para o centro do cérebro.
Seria um desperdício, depois de todas as horas gastas a construir a tal barreira que supostamente só quem tem medo constrói.
Atitudes de criança fingido já se ser adulto. Dizer ser-se capaz de construir uma vida quando nem sequer um único tijolo é capaz de segurar com a confiança que tão necessária é. Rir sem vontade, chorar só porque os outros deprimem também, querer ser aquele ser humano que faz tudo o que é pedido por alguém que inventou tais regras sem nexo algum.
Fingir gostar quando a única palavra que aparece no seu dicionário é odiar. Se fazes questão de seguir este ideal sem erro algum, o meu não apoio aqui se irá encontrar.
Cada um tem a vida que supostamente edifica. Uns utilizam materiais à prova de qualquer tipo de ofensa, sismo, ou mesmo atentado. Os restantes limitam-se a pegar na futilidade e gastam o orçamento para materiais em algo desnecessário, ficando assim com um mundo desprotegido.
Seres humanos cuja cabeça pensa ser resistente a tudo quando nem sequer algo seguro possuem.
